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As compras ficaram mais caras. E agora?

Dicas para o seu negócio passar mais fácil por essa turbulência

O ano de 2020 realmente não é para amadores. A pandemia do século trouxe mudanças essenciais em todo o mundo. Seus reflexos econômicos e sociais poderão ser sentidos ao longo de muitos anos ainda. E se as pessoas precisaram se adaptar à nova realidade, o reflexo econômico foi sentido. Comércios obrigatoriamente fechados, muita gente trabalhando de casa ou com renda reduzida: todo mundo resolveu comer mais em casa. Para se ter uma ideia, o aumento de consumo de gás de cozinha doméstico foi de 26,8% esse ano (Abegás, Agosto, 2020).

E o que isso tem a ver com o aumento dos produtos no mercado? Muito mais gente foi às compras, sendo necessário produzir e abastecer mais as prateleiras, o que gerou o aumento nos preços que estamos sentindo agora. Isso aconteceu em todo o mundo e o Brasil passou a vender mais produtos agrícolas para o exterior também.

Daí vem o impacto em negócios alimentícios. Comprar insumos para seus produtos ficou mais caro. O que fazer? Repassar o custo para o cliente final ou segurar as pontas? Escolha difícil em tempos tão incertos…

Essa decisão deve ser tomada primeiramente com base nos seus clientes: seu público recorrente compra com você pelo preço ou pela qualidade? Quando a qualidade é o fator predominante, clientes tendem a encarar melhor o aumento dos preços. Se o principal diferencial for o preço, o cenário muda.

De qualquer forma, o empresário tem duas opções:

  1. Evitar ao máximo o aumento de preços para o cliente final
  2. Repassar logo os custos

Independente da escolha, existem dicas que podem ser valiosas. Antes de pensar em repasse de preços é importante pensar em alternativas. Será que algum ingrediente pode ser substituído? Por exemplo, se o seu negócio é uma confeitaria poder ser uma boa ideia usar frutas da estação ao invés daquelas com preço mais alto. Criatividade no cardápio! Claro, existe também o lado da preferência do consumidor, mas variar o cardápio e colocar itens com custo de produção melhores é interessante para a sua margem de lucro e pode ser vendido para o cliente como uma novidade. Usar suas mídias sociais para fazer enquetes e entender a preferência do seu público também ajuda a fazer escolhas mais assertivas.

Por exemplo, a unidade do abacaxi, de acordo com os dados da CEASA/DF, passou de R$5,73 em janeiro de 2020 para R$ 3,45. Uma economia de 39%. Ao contrário, o morango aumentou o preço no mesmo período:

Em janeiro de 2020 o quilo do morango saia a R$9,32. Em setembro, o valor já subiu para R$ 10,35, ou seja, um aumento de 11%. Para economizar, vale mais a pena investir em doces de abacaxi do que de morango.

Dica valiosa: No site da Conab é possível fazer comparações de preços de vários produtos em centros de distribuição de todo o país. Só acessar o link: https://www3.ceasa.gov.br/prohortweb/?page=reports.consulta_relatorio_preco_medio_mensal

Uma outra opção, um pouco óbvia mas que não pode ser negligenciada, é a pesquisa de preços. Será que o seu fornecedor atual é a sua melhor opção para o momento? A depender da quantidade produtos que você adquire, pode fazer sentido cotar direto de fábricas. Os clientes da Yest contam com consultorias para adequação de fornecedores.

Outra forma de passar por essa turbulência é realizando um bom controle de estoque. Produtos comprados em maior quantidade e não perecíveis podem ser uma carta na manga para conseguir segurar repasses de preços. O que ainda gera uma interessante oportunidade: manter preços mais baixos frente a uma alta do mercado pode ajudar a ganhar público e a atrair novos clientes.

“Ah mas eu já fiz de tudo e vou precisar aumentar meus preços”. Ok! Essa é uma situação que também pode ser amenizada. Para esse caso, as dicas são:

  1. Transparência. Nenhum consumidor gosta de se sentir como se estivesse sendo enganado. Explicar os motivos do aumento de uma forma clara e acessível é importante para ajudar a manter seus melhores clientes.
  2. Não tenha pressa! Aumentos graduais de preço tem impactos menores no público. Então avaliar o repasse de custos específicos ao invés de um aumento global é uma estratégia mais assertiva.
  3. Melhore as condições de pagamento. Se for possível, fornecer possibilidade de parcelas, descontos para pagamentos à vista ou inclusão de vale refeição/alimentação entre as formas de pagamento pode ajudar muito a manter seus clientes comprando.
  4. Valorize seus clientes frequentes. É muito mais fácil (e barato) manter clientes do que buscar novos.  Assim, incentive clientes recorrentes a continuarem fazendo compras com você. Programas de fidelidade e promoções são ótimas estratégias para esse tipo de situação. Clientes da Yest podem criar suas próprias promoções usando a Joy.

Outra coisa que é importante lembrar: o momento é difícil para todo mundo e todos os seus concorrentes estão no mesmo barco que você. Conheça seus clientes e o mercado em que você está inserido e monte a sua estratégia, sempre vendo os resultados e fazendo correções quando necessário.

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